Comecei a "viajar" sobre isto lendo uma descrição sobre o filósofo Sartre, no livro "Sartre,por ele mesmo" da coleção "Escritores de sempre" - Francis Jeanson. Um lápis que se transformou no meu teclado, a borracha um capslock, uma agenda antiga, meu bloco de notas.E o " software" funcionando 'a mil',e a cafeína, minha energia.( tá certo meu hardware não eh la estas coisas, mas dá melhorar!).Às vezes, quando tiro um momento pra mim, surge uma vontade de "imprimir" o que penso.Talvez assim as pessoas possam me conhecer melhor. Ja que sou um pouco (um pouco?) calado. O pior é que não acho isso.Serio.Talvez porque eu dialógo muito comigo mesmo. Me acho uma ótima companhia. NÃO, isso não é coisa maluco. Questiono muito as pessoas - internamente, de perto, todos somos loucos (lembrei de uma música antiga do Caetano - acho. Hoje, é difícil saber em quem confiar. O melhor caminho,é começar confiando em nós mesmos.Depois tornar-se-á ( nossa ) fácil reconhecer pessoas confiáveis. O mesmo penso a respeito da beleza interior... Quando começamos a reparar esse tipo de beleza em nós mesmos, a reconheceremos de longe nas outras pessoas.
Este papo* está profundo demais...Bom,mas o objetivo não foi mesmo ser superficial,os superficiais já abandonaram esse texto há muito tempo-não têm paciencia pra ler. huahuahauahauvou
tentar seguir minha leitura sobre Sartre...até mais.
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Fala, galera antenada! Se você é do tipo que passou horas escondido dentro
de uma caixa de papelão ou tentando entender a árvore genealógica confusa
da fam...
Há 6 dias

